Dying Light: The Beast Desmente Mito sobre o Tamanho do Mundo Aberto

Autor : Isaac Feb 19,2026

Dying Light: The Beast Claims Size Doesn't Matter For Open WorldsDying Light: The Beast tem como objetivo ser um dos jogos de mundo aberto mais densos já criados. Descubra a história por trás dessa ambição com o diretor da franquia, Tymon Smektala.

Dying Light: The Beast Persegue um Mundo Aberto Profundamente Denso

The Beast Busca Fundir o Melhor dos Dois Jogos de Dying Light

Dying Light: The Beast Claims Size Doesn't Matter For Open WorldsEm jogos de mundo aberto, maior não é necessariamente melhor. Segundo Tymon Smektala, diretor de Dying Light: The Beast, o tamanho puro pode ser o fator menos crítico. Em entrevista ao GamesRadar+, Smektala esclareceu que a próxima sequela parkour de zumbis da Techland não busca igualar os mapas vastos de Cyberpunk 2077 ou Grand Theft Auto. Em vez disso, seu objetivo é se tornar um dos mundos abertos mais densos e envolventes do mercado.

“Mundos abertos não são sobre escala,” afirmou Smektala. “São sobre aquela sensação de realmente estar presente.” Essa é uma postura ousada, especialmente quando mapas extensos repletos de ícones se tornaram a norma. Recentemente, ele também foi franco sobre Dying Light 2 em outra entrevista ao GamesRadar+, reconhecendo que a ambição do jogo pode ter diluído parte da essência original da série.

“Talvez tenhamos cometido alguns erros,” refletiu Smektala sobre a recepção da sequela. Apesar de vender cinco milhões de cópias em seu primeiro mês, em fevereiro de 2022, alguns fãs de longa data sentiram que o jogo sacrificou o espírito original em busca de uma experiência AAA mais acessível.

Dying Light: The Beast parece ser uma resposta direta a esse feedback. Este capítulo se desenrola nas florestas Castor infectadas, um ambiente detalhado e interconectado projetado para manter os jogadores envolvidos a todo momento. Embora seu mapa não rivalize com a escala pura de Elden Ring ou Assassin’s Creed, a Techland está priorizando qualidade e densidade em vez de tamanho. Para efeito de comparação, o mapa de Elden Ring tem cerca de 80 quilômetros quadrados, enquanto o de Dying Light 2 é menos de um décimo disso.

“Muitos mundos abertos têm núcleos de atividade com espaços vazios entre eles,” explicou Smektala ao GamesRadar+. “Queríamos criar uma experiência de Dying Light em que você esteja constantemente jogando, constantemente interagindo com seu controle, constantemente pressionando botões.”

Essa filosofia de design molda os ambientes de The Beast. Como visto no vídeo “Explore Castor Woods” por trás da cena, o cenário é uma paisagem urbana em decadência, perfeita para exploração. Os jogadores navegarão por hotéis abandonados, ruas em ruínas e a natureza selvagem superpovoada de um parque nacional próximo. O perigo é onipresente, e o mapa está repleto de oportunidades de parkour fiéis às raízes da série.

Claro, uma apocalipse zumbi naturalmente enche o mundo de ameaças. Mas Smektala enfatiza que a verdadeira densidade trata-se de manter esse “estado” imersivo onde todos os elementos do jogo funcionam em harmonia. “Você está constantemente olhando ao redor, constantemente nesse estado, completamente absorvido pela experiência,” disse ele.

Dying Light: The Beast Claims Size Doesn't Matter For Open WorldsCom este novo título, Smektala espera que The Beast alcance o equilíbrio que os fãs buscavam entre os dois jogos da série. “Queremos entregar ambos,” enfatizou ele. “Queremos qualidade AAA, mas também queremos provar que nossa faísca criativa ainda está viva — que entendemos o que torna Dying Light, Dying Light. Se os jogadores disserem: ‘Isso parece Dying Light 1, mas parece incrível e joga tão suavemente,’ então estaremos felizes.”

Como os jogadores receberão The Beast em seu lançamento em 22 de agosto ainda está por ver. Contudo, os comentários de Smektala sugerem que a Techland tem uma visão clara. Para as últimas atualizações sobre Dying Light: The Beast, confira nosso artigo completo abaixo.